Mil e duzentos jovens estarão participando do Projeto Jovem Aprendiz em Serrinha – BA
Será realizado nos dias 28/01 e 29/01 na AABB um curso preparatório para aqueles que querem ingressar nas carreiras: de Recepcionista em Clinicas Médicas, Assistente Administrativo, Auxiliar de Secretariado e Técnicas em Vendas. Com a realização da Associação Boa Esperança e Organização Espaço Instituto Educacional sob a direção de Lourival Santos.
O sindicalista, radialista e juiz arbitral Carlos Miranda Lima Filho ira auferir três palestras no dia 29/01, às 9:40; às 15:40 e às 20:40 para três turmas quando falara sobre direito do trabalho, previdenciários e garantias constitucionais. Miranda disse que o evento é da maior importância para situar a juventude quanto as possibilidades de trabalho. O encontro acontecera nos três turnos estarão participando palestrantes de Feira de Santana e Salvador além da equipe de professores da Espaço Consultoria. Mil e duzentas pessoas já confirmaram a participação não existindo mais vagas. O projeto será levado para outras cidades da Bahia e até de outros estados, sendo uma iniciativa serrinhense em busca do desenvolvimento.
Quando o povo quer o povo faz, depende de alguém que incentive.
domingo, 24 de janeiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
Serviço e concessão pública permissionário tem que ser tabelado, por Carlos Miranda Serrinha Bahia.

Serviço e concessão pública permissionário tem que ser tabelado.
Para não discriminar o serviço que a população tem direito a usar e estão em mãos de permissionários por concessão pública, como é o caso das emissoras de rádios e TVs cujos canais são públicos, controlados pelo Governo Federal, através do Ministério das Comunicações. Com tudo cada um estão adotando a tabela de preços para divulgação ao seu bel prazer, quando na realidade deveria ter uma tabela confeccionadas com a participação de entidades publicas e privadas interessadas no ramo a fim de proteger aqueles que estão sendo discriminados por proprietários de emissoras de rádios e TVs, principalmente no interior quando eles utilizam critérios políticos e até de ideologias religiosas. Ora com o custo operacional de cada uma emissora de acordo com a potência e a situação econômica da região poderá se estabelecer uma tabela a ser cumprida e através do ministério publico a fiscalização dessas ações já que existe inúmeras formas de manipulação pelos proprietários.
A elaboração de uma tabela desse serviço público é indispensável e já deveria existir a muito tempo em função dos princípios Constitucionais expresso em toda legislação brasileira. Vimos através desta matéria chamara a atenção dos senhores legisladores e gestores para tomar uma providência a fim de evitarmos que muita gente e entidades diversas continuem sendo discriminadas e humilhadas por dirigentes do ramo da comunicação, radiofônica e televisiva. Existe condições de se tabelar o comercial de trinta segundos; de sessenta segundos; o aluguel de uma hora de programação; etc. Basta o interesse dos nossos governantes em regulamentar este serviço público, já que as emissoras de rádio e TV são concessões com data estabelecida de uso e com todo critério público estabelecido. O acima exposto irá facilitar as condições de uso como já existe nos outros seguimentos permissionário de concessão de serviço público. Com esta chamada espero ter alertado a todos para este aspecto tão importante e coloco-me a disposição para aprofundar a discussão em apreço.
Carlos Miranda Lima Filho.
Radialista DRT 1422
WWW.carlosmirandareporter.blogspot.com
carlos.mirandareporter@hotmail.com
071 9909 0601
domingo, 10 de janeiro de 2010
Uma indicação para o TCM que poderá chancelar uma maracutaia política.
Uma indicação para o TCM que poderá chancelar uma maracutaia política.
Todos sabem mas não custa lembrar, que o Ex- Deputado e Ex- Conselheiro do TCM Plínio Carneiro da Silva, é o pai do Plínio Carneiro chefe de gabinete de Oto Alencar Conselheiro do TCM, que quer se aposentar agora precocemente já que ainda não 70 anos para concorrer uma vaga no Senado Federal, e foi justamente ele Oto e Plínio que articularam a aposentadoria de Plínio para que passe a existir a vaga no TCM a ser ocupada por Oto, só que nesta negociação evolvia a indicação de Plínio Carneiro Filho para a chefia do Gabinete de Oto e o apoio logístico para a campanha de Plínio Carneiro a prefeitura de Serrinha em 2004, neste item Oto negou fogo segundo os mais chegados a Plínio mais teve que engolir pois seu filho esta com cargo em jogo.
Agora, Oto para compensar quer sair e devolver o cargo família carneiro. É assim que se procede com a coisa pública?
Foi público que em setembro quando Wagner esteve em Serrinha a Rádio que é controlada por Plínio por sua orientação divulgou que o Governador da Bahia veio inaugurar dois quebra molas e Recebeu com pompas Paulo Souto e no mesmo final de semana. É vale tudo na política baiana!!!
Plínio Carneiro da Silva Filho, tem além deste episódio contra a sua indicação para o TCM, não é auditor conforme pré-requisito do regimento e é Presidente da Rádio Difusora de Serrinha S/A, empresa de grande folha de irregularidade dentre elas: não recolhe FGTS , INSS, etc., como é que ele vai ser fiscalizador destas irregularidades por ele praticadas agora.
Há em Serrinha quem diga que tem um forte dossiê para publicar se Wagner indicar Plínio Carneiro para o TCM.
Maracutia a vista pública minha gente.
Vai ter outros capítulos.
Carlos Miranda Lima Filho.
DRT 1422.
www.carlosmirandareporter.blogspot.com
http://twitter.com/carlosmirandaba
Todos sabem mas não custa lembrar, que o Ex- Deputado e Ex- Conselheiro do TCM Plínio Carneiro da Silva, é o pai do Plínio Carneiro chefe de gabinete de Oto Alencar Conselheiro do TCM, que quer se aposentar agora precocemente já que ainda não 70 anos para concorrer uma vaga no Senado Federal, e foi justamente ele Oto e Plínio que articularam a aposentadoria de Plínio para que passe a existir a vaga no TCM a ser ocupada por Oto, só que nesta negociação evolvia a indicação de Plínio Carneiro Filho para a chefia do Gabinete de Oto e o apoio logístico para a campanha de Plínio Carneiro a prefeitura de Serrinha em 2004, neste item Oto negou fogo segundo os mais chegados a Plínio mais teve que engolir pois seu filho esta com cargo em jogo.
Agora, Oto para compensar quer sair e devolver o cargo família carneiro. É assim que se procede com a coisa pública?
Foi público que em setembro quando Wagner esteve em Serrinha a Rádio que é controlada por Plínio por sua orientação divulgou que o Governador da Bahia veio inaugurar dois quebra molas e Recebeu com pompas Paulo Souto e no mesmo final de semana. É vale tudo na política baiana!!!
Plínio Carneiro da Silva Filho, tem além deste episódio contra a sua indicação para o TCM, não é auditor conforme pré-requisito do regimento e é Presidente da Rádio Difusora de Serrinha S/A, empresa de grande folha de irregularidade dentre elas: não recolhe FGTS , INSS, etc., como é que ele vai ser fiscalizador destas irregularidades por ele praticadas agora.
Há em Serrinha quem diga que tem um forte dossiê para publicar se Wagner indicar Plínio Carneiro para o TCM.
Maracutia a vista pública minha gente.
Vai ter outros capítulos.
Carlos Miranda Lima Filho.
DRT 1422.
www.carlosmirandareporter.blogspot.com
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domingo, 3 de janeiro de 2010
Programa Luz para Todos Dúvidas Freqüentes

Programa Luz para Todos Dúvidas Freqüentes
Caro Consumidor, através do Portal de Gestão do Programa Luz para Todos, você poderá sanar algumas dúvidas freqüentes sobre o Programa do Governo Federal.
1 - O que devo fazer para ser atendido pelo Programa Luz para Todos?
O morador do meio rural que ainda não tem energia elétrica em casa deve fazer seu pedido diretamente na concessionária de energia que atende o município onde deseja receber a eletricidade. O cadastramento é gratuito. A solicitação também pode ser feita por meio do funcionário da concessionária que realiza a leitura dos relógios em cada cidade. E para o cadastro, é preciso apresentar um documento de identificação e o endereço da propriedade que receberá a ligação elétrica. As obras vão sendo realizadas de acordo com um critério de prioridades definido pelo Programa. O cronograma das obras é estabelecido pelos agentes executores, que são as concessionárias de energia elétrica e/ou cooperativas de eletrificação rural.
2 - Preciso pagar para ser atendido?
Não. A instalação elétrica, incluindo o padrão de entrada, até os domicílios é gratuita, além disso, as residências com ligações monofásicas também recebem três lâmpadas e duas tomadas instaladas.
3 - O cadastramento para recebimento dos benefícios do Luz para Todos só pode ser feito para atendimento individual?
Não! O Luz para Todos também aceita cadastramento coletivo feito em nome da comunidade, que terão prioridade no atendimento. Basta encaminhar um ofício com os dados e endereços dos interessados.
4 - Moro na Zona Urbana e não tenho energia elétrica na minha casa, posso solicitar a ligação do Programa Luz para Todos?
Não! O Programa Luz para Todos foi criado para atender somente as pessoas que moram na Zona Rural.
5 - Meu vizinho já recebeu energia do Luz para Todos e eu ainda não. Quando vou receber?
Primeiro é preciso saber se você já fez o cadastramento na companhia de energia da sua cidade. Sem o cadastramento a companhia não vai saber que você quer energia em casa.
6 - O que é o Comitê Gestor Estadual?
É um fórum participativo que é responsável por receber as demandas, definir prioridades, acompanhar o cumprimento de metas e garantir a implementação do Programa em cada estado.
7 - Como é feita a fiscalização do programa?
O Programa dispõe de estrutura organizacional e operacional que envolve:
- Coordenação Nacional (Ministério de Minas e Energia), Regional (Empresas do Grupo Eletrobrás) e Estadual (Comitês Gestores Estaduais), com funções de gestão, priorização e acompanhamento das metas e da execução das obras;
- Ouvidoria do Ministério de Minas e Energia, recebe reclamações, sugestões e orientações sobre As obras e uso eficiente e seguro da energia;
- Eletrobrás - gerencia os recursos do fundo setorial - RGR e CDE, firma os contratos com As concessionárias e cooperativas de eletrificação rural. É o responsável pela gestão, controle e fiscalização destes contratos;
- Aneel - Fiscaliza o cumprimento das metas estabelecidas para As concessionárias através da Resolução 175/2005.
- Além dos controles acima, ainda é auditado pelos órgãos governamentais, como Tribunal de Contas da União - TCU, da Controladoria Geral da União - CGU.
- CGE - Acompanhamento físico e financeiro nos Estados.
As concessionárias mantêm fiscalizações próprias sobre As empreiteiras subcontratadas, para garantir a qualidade e segurança das obras bem como sua plena execução.
8 - Como é o processo de licitação no Luz para Todos
O Luz para Todos foi desenhado de forma consistente e segura. As contratações das empreiteiras são realizadas pelas concessionárias de energia elétrica nos estados sem nenhuma interferência do Ministério de Minas e Energia, Coordenação do Programa ou do próprio Comitê Gestor.
9 - Como foi estabelecida a meta do Programa Luz para Todos? Qual é essa meta e como está o seu cumprimento nos Estados?
A meta definida para atendimento do Programa e universalização do acesso à energia elétrica foi estabelecida no Termo de Compromisso, assinado entre o Ministério de Minas e Energia, governo estadual e a concessionária de energia elétrica, ou cooperativa de eletrificação rural, com base na demanda identificada no Censo 2000, do IBGE
10 - Existe prioridade para atendimento no Programa Luz para Todos?
As obras a serem selecionadas como prioritárias deverão contemplar pelo menos um dos itens abaixo. Terão preferência de atendimento as obras que satisfizerem o maior número de itens:
I - projetos de eletrificação rural em Municípios com Índice de Atendimento a Domicílios inferior a oitenta e cinco por cento, calculado com base no Censo 2000;
II - projetos de eletrificação rural em Municípios com Índice de Desenvolvimento Humano inferior à média estadual como informado no Manual de Operacionalização;
III - projetos de eletrificação rural que atendam comunidades atingidas por barragens de usinas hidrelétricas ou por obras do sistema elétrico, cuja responsabilidade não esteja definida para o executor do empreendimento;
IV - projetos de eletrificação rural que enfoquem o uso produtivo da energia elétrica e que fomentem o desenvolvimento local integrado;
V - projetos de eletrificação rural em escolas públicas, postos de saúde e poços de abastecimento d´água, sendo este último exclusivamente voltado ao atendimento comunitário;
VI - projetos de eletrificação em assentamentos rurais;
VII - projetos de eletrificação rural para o desenvolvimento da agricultura familiar ou de atividades de artesanato de base familiar.
VIII - projetos de eletrificação para atendimento de pequenos e médios agricultores;
IX - projetos de eletrificação rural, paralisados por falta de recursos, que atendam comunidades e povoados rurais;
X - projetos de eletrificação rural das populações do entorno de Unidades de Conservação da Natureza; e
XI - projetos de eletrificação rural das populações em áreas de uso específico de comunidades especiais, tais como minorias raciais, comunidades remanescentes de quilombos, comunidades extrativistas etc.
Os critérios acima estão de acordo com o Decreto no 4.783, de 11 de novembro de 2003, que criou o Programa LUZ PARA TODOS.
11 - O prefeito da minha cidade disse que foi ele quem levou o Programa Luz para Todos até a comunidade. É verdade?
Não! O Programa não é do prefeito, vereador, deputado ou mesmo do governador.O Luz para Todos é um Programa do Governo Federal.
13 - Fui atendido pelo PLpT mas a energia é monofásica e fraca para a carga que tenho na minha oficina. O que fazer?
O interessado deverá procurar a concessionária de energia elétrica e verificar os procedimentos para solicitar o aumento da carga. Nesse caso poderá haver participação financeira do interessado.
14 - Tenho um poço d'agua no fundo da minha propriedade e a concessionária não quer levar energia até lá. Pra que serve então o PLpT ?
O objetivo do Programa Luz Para Todos é o atendimento a domicílios (casas) onde as famílias encontram-se sem energia elétrica no meio rural. A ligação do poço deverá ser efetuada pelo próprio interessado por meio da instalação elétrica existente no seu domicílio.
15 - No nosso assentamento temos um poço de água para atender a comunidade. O que é preciso fazer para ligar este poço ?
Se o poço for de uso comunitário, a comunidade poderá solicitar a concessionária a instalação de energia elétrica pelo Programa Luz Para Todos. Entretanto, essa solicitação deverá estar em nome de uma associação ou Prefeitura Municipal. A concessionária, após efetuar a ligação, instalará um medidor para aferimento do consumo de energia elétrica e posterior cobrança.
http://luzparatodos.mme.gov.br/luzparatodos/asp/faq_lpt.asp
www.carlosmirandareporter.blogspot.com
LEIAM COM MUITA ATENÇÃO E ESTUDEM.
LEIAM COM MUITA ATENÇÃO E ESTUDEM.
"Quando alguém evolui, evolui tudo o que está a sua volta" (Paulo Coelho)
A iniciativa, em geral, surge de um ou mais empresários de vanguarda, de um mesmo ramo de atividade, que esperam, ao unir suas forças, poder competir em melhores condições com as grandes empresas. Normalmente, essa união tem, no início, intenção de conseguir melhores preços com a realização de compras conjuntas, porém, com o tempo, outras vantagens são percebidas. Ao desfrutar dessas novas conquistas, os empresários crescem profissionalmente, gerando reflexos em suas empresas, que se tornam competitivas e experimentam considerável aumento em seus lucros. Entretanto, para que tudo isso ocorra, esses empresários precisam abolir dois paradigmas que se encontram enraizados em nossa cultura empresarial:
1. O SEGREDO É A ALMA DO NEGÓCIO
"Negócios baseiam-se no segredo, mas o sucesso tem base na cooperação" (John H.Patterson)
Esse conceito foi aceito durante muito tempo como a única forma de se obter sucesso nos negócios. Nenhum empresário conversava com outro, para evitar que suas idéias fossem copiadas. Essa falta de comunicação permitia que os fornecedores vendessem a cada um por preços diferentes e todos achavam que tinham o melhor preço da região.
2. O MEU CONCORRENTE DEVE DESAPARECER
"Quando a casa do nosso vizinho está em chamas, a nossa própria está em perigo" (Horácio)
Quantos empresários dariam graças a Deus se o seu concorrente desaparecesse? Quantos acreditam que o melhor é ficar sozinho em um determinado mercado? Esse egoísmo demonstra mais medo do que competência. Será que a saída do concorrente do mercado hoje não pode anteceder a minha amanhã?
Dependendo dos anseios dos associados, torna-se importante que o grupo se organize formalmente, criando uma associação, para a implementação de suas propostas, tornando possível a contratação de profissionais capacitados, próprios ou terceirizados, que desempenharão a contento as tarefas que lhes forem recomendadas.
Dentre essas tarefas, destacamos: levantamento dos preços praticados pelos concorrentes, levantamento do potencial de compras do grupo, agendamento de entrevistas com fornecedores, programação de entregas nas lojas, elaboração de pesquisas de mercado, campanhas promocionais, avaliação das necessidades de treinamento gerencial e operacional etc.
COMO PROCEDER - A escolha pela constituição de uma associação é feita por se tratar de uma forma jurídica que possui o menor nível de exigência para abertura e inscrição no CNPJ. Para a formalização de uma Associação deve ser elaborado um Estatuto Social, um Regulamento Interno e um Código de Ética, analisados e aprovados por todos os associados fundadores. Elege-se uma diretoria administrativa, um conselho fiscal e um conselho de ética que administrarão a entidade, normalmente pelo período de 2 anos. Apesar desses órgãos diretivos, a maior força de uma associação concentra-se nas decisões soberanas de suas assembléias, realizadas no mínimo uma vez por mês.
Por não terem fins lucrativos, as associações são impedidas de realizar compras e funcionam como um Centro de Inteligência, local onde acontecem as reuniões dos associados, da diretoria, atendimento aos fornecedores, treinamentos etc.
Normalmente, as associações cobram de seus associados uma contribuição fixa mensal para custear despesas administrativas, tais como: aluguel, funcionários, material de limpeza, contador etc. Excepcionalmente, realiza-se rateio extra entre os associados, para suprir necessidades de caixa, já que as associações costumam receber dos fornecedores/parceiros uma verba, conhecida como bonificação, calculada sobre o volume das compras feitas pelo grupo, durante um determinado período. Essa verba seria suficiente para a realização de todos os anseios do grupo, mas acaba, na maioria das vezes, sendo insuficiente, porque vários associados, inexplicavelmente, deixam de adquirir os produtos dos fornecedores parceiros.
Essa infidelidade é hoje considerada a maior vilã dos grupos associativistas.
ASSOCIATIVISMO
O que é?
Esta é uma palavra que ainda não se encontra nos dicionários, mas que pode ser definida como o ato de se associar, agregar, juntar, unir forças para um fim comum. Numa definição ampla, dizemos que ASSOCIATIVISMO é qualquer iniciativa formal ou informal, que reúne um grupo de empresas ou pessoas, com o objetivo principal de superar dificuldades e gerar benefícios econômicos, sociais ou políticos. O Associativismo está presente em entidades como associações comerciais, industriais e rurais; sindicatos; cooperativas; parcerias ou associações de interesse econômico, social ou político. Vamos nos ater, mais especificamente, ao ASSOCIATIVISMO de interesse econômico, que reúne empresas de uma mesma atividade para praticar compras conjuntas, ações de marketing, programas de qualidade, produção compartilhada etc.
PLANO DE TRABALHO - Enganam-se aqueles que acreditam que, ao participar de um grupo associativista, trabalharão menos e os resultados virão com maior facilidade. Pelo contrário, exige-se muita dedicação, espírito associativista e, além disso, atitudes cooperativistas e coorporativistas, para ajudar e ser ajudado.
Cabe aos diretores eleitos a missão de manter o entusiasmo, o entrosamento e a amizade entre os associados e, para isso, devem visar à realização de ações para esse fim, com base em um planejamento preestabelecido e aprovado para a rede, pelo período mínimo de um ano. Esse planejamento deve conter: a missão da associação; se haverá ou não a criação de uma marca para a rede; se haverá personalização das empresas ou padronização de fachadas, lay-outs etc; a estruturação de compras a ser empregada; os treinamentos; informatização; cronograma de campanhas promocionais etc.
Recomenda-se para esse trabalho a participação de um profissional especializado que orientará o grupo na elaboração e implementação do planejamento.
Pontos fortes do associativismo
UNIÃO - Os empresários são desunidos e agem individualmente. A Rede Associativista proporciona uma união capaz de fazê-los pensar coletivamente e permite uma troca de experiências que os faz crescer no conjunto.
ACULTURAMENTO - Há um ganho significativo na cultura empreendedora da grande maioria dos empresários que participam de uma Rede Associativista.
COMPRAS CONJUNTAS - A realização de compras conjuntas em grandes quantidades proporciona aos empresários maior poder de barganha e acesso a grandes fornecedores, disponíveis, até então, através de empresas atacadistas.
MARCA - A utilização de uma marca forte na fachada do estabelecimento é um avanço e um dos pontos mais importantes de uma Rede. A marca associa o negócio à Rede, cujo conceito, bem trabalhado na mídia, proporciona retornos satisfatórios.
CAPACITAÇÃO - Os empresários e seus funcionários atendem ao apelo para se capacitar, a fim de enfrentar a concorrência impiedosa das grandes empresas. Isso proporciona melhoras significativas na gestão do negócio, na qualidade de trabalho e no atendimento aos clientes.
LUCRATIVIDADE - O aumento no faturamento, graças aos benefícios proporcionados pela rede; os resultados com o desenvolvimento de produtos similares, sem esquecer da qualidade; e a aplicação de melhores margens de comercialização, faz com que as empresas apresentem um aumento considerável de sua lucratividade.
PARCERIAS - As ações conjuntas com fornecedores e distribuidores possibilitam a realização de campanhas de promoção, com preços menores do que os demais estabelecimentos não associados.
A parceria com uma financeira, com juros e taxas menores, proporciona atratividade aos consumidores para compras financiadas, ao mesmo tempo que propicia um custo operacional menor para a empresa.
CONCEITO DE LOJA - As recomendações da Rede quanto aos aspectos de apresentação das lojas têm proporcionado uma melhoria no conceito de loja dos empresários associados. Essas recomendações vão desde uma fachada, um lay-out apropriado, até a informatização, passando por uniformização e aparência pessoal dos funcionários.
PATROCÍNIO - Várias são as redes que desenvolvem boas parcerias com os fornecedores e obtêm com isso patrocínio para seus eventos, promoções, fachadas, melhorias no ponto de vendas etc.
AUMENTO DE COMPETITIVADE - Comprando bem e barato, melhorando seu mix de produtos, entendendo as necessidades de seus clientes, capacitando-se gerencialmente, treinando sua equipe e organizando melhor seu estabelecimento, os empresários de uma rede associativista tornam-se mais competitivos.
Pontos fracos do associativismo
ANSIEDADE - Os empresários querem ver os resultados imediatamente. É necessário um tempo de maturação para a consolidação do grupo. Deter essa ansiedade é uma tarefa importante para o sucesso da rede.
QUALIDADE DOS ASSOCIADOS - As redes que privilegiam a quantidade em vez da qualidade na seleção de seus associados vão se ressentir, no futuro, de que a participação desses não é tão intensa quanto se desejava. A mentalidade individualista, a inadimplência, a resistência às mudanças e o descumprimento das normas fazem-se presentes nessas redes e contribuem para desmotivar os que estão se empenhando para o sucesso da união.
DISPARIDADE DE FATURAMENTO - A existência de grandes, médios e pequenos estabelecimentos, em uma mesma rede, tem dificultado as ações conjuntas, principalmente quando existe rateio dos custos. Recomenda-se que o grupo seja formado por empresas que possuam portes parecidos, para que as ações propostas possam ser assimiladas e realizadas sem prejuízo. É importante que se tenha em mente que a união deve ser feita para ajudar e não para prejudicar.
RECURSOS FINANCEIROS ESCASSOS - Muitos associados ressentem-se da falta de recursos financeiros e, por essa razão, não conseguem investir em sua loja e acompanhar a evolução do grupo associativista, causando, consequentemente, um desgaste na imagem da rede.
FALTA DE HABILIDADE PARA DECISÕES EM CONJUNTO - Todos nós elogiamos a democracia, porém, no dia-a-dia das empresas, a autocracia impera. Ao participar de um grupo, o empresário deve saber que é necessário acatar a decisão da maioria e que suas idéias, quando colocadas, deverão ser bem fundamentadas, para que possam ser aceitas.
ESPECULAR SOBRE AS NEGOCIAÇÕES - Um dos maiores problemas que ocorre nas redes constituídas é o de um associado querer levar vantagem sobre os demais. Fatos assim acontecem por sugestão dos próprios vendedores, que procuram aliciar para desestruturar o grupo. É importante saber que, mais cedo ou mais tarde, isso chegará ao conhecimento de todos e, provavelmente, esse associado será excluído da associação.
"Quando alguém evolui, evolui tudo o que está a sua volta" (Paulo Coelho)
A iniciativa, em geral, surge de um ou mais empresários de vanguarda, de um mesmo ramo de atividade, que esperam, ao unir suas forças, poder competir em melhores condições com as grandes empresas. Normalmente, essa união tem, no início, intenção de conseguir melhores preços com a realização de compras conjuntas, porém, com o tempo, outras vantagens são percebidas. Ao desfrutar dessas novas conquistas, os empresários crescem profissionalmente, gerando reflexos em suas empresas, que se tornam competitivas e experimentam considerável aumento em seus lucros. Entretanto, para que tudo isso ocorra, esses empresários precisam abolir dois paradigmas que se encontram enraizados em nossa cultura empresarial:
1. O SEGREDO É A ALMA DO NEGÓCIO
"Negócios baseiam-se no segredo, mas o sucesso tem base na cooperação" (John H.Patterson)
Esse conceito foi aceito durante muito tempo como a única forma de se obter sucesso nos negócios. Nenhum empresário conversava com outro, para evitar que suas idéias fossem copiadas. Essa falta de comunicação permitia que os fornecedores vendessem a cada um por preços diferentes e todos achavam que tinham o melhor preço da região.
2. O MEU CONCORRENTE DEVE DESAPARECER
"Quando a casa do nosso vizinho está em chamas, a nossa própria está em perigo" (Horácio)
Quantos empresários dariam graças a Deus se o seu concorrente desaparecesse? Quantos acreditam que o melhor é ficar sozinho em um determinado mercado? Esse egoísmo demonstra mais medo do que competência. Será que a saída do concorrente do mercado hoje não pode anteceder a minha amanhã?
Dependendo dos anseios dos associados, torna-se importante que o grupo se organize formalmente, criando uma associação, para a implementação de suas propostas, tornando possível a contratação de profissionais capacitados, próprios ou terceirizados, que desempenharão a contento as tarefas que lhes forem recomendadas.
Dentre essas tarefas, destacamos: levantamento dos preços praticados pelos concorrentes, levantamento do potencial de compras do grupo, agendamento de entrevistas com fornecedores, programação de entregas nas lojas, elaboração de pesquisas de mercado, campanhas promocionais, avaliação das necessidades de treinamento gerencial e operacional etc.
COMO PROCEDER - A escolha pela constituição de uma associação é feita por se tratar de uma forma jurídica que possui o menor nível de exigência para abertura e inscrição no CNPJ. Para a formalização de uma Associação deve ser elaborado um Estatuto Social, um Regulamento Interno e um Código de Ética, analisados e aprovados por todos os associados fundadores. Elege-se uma diretoria administrativa, um conselho fiscal e um conselho de ética que administrarão a entidade, normalmente pelo período de 2 anos. Apesar desses órgãos diretivos, a maior força de uma associação concentra-se nas decisões soberanas de suas assembléias, realizadas no mínimo uma vez por mês.
Por não terem fins lucrativos, as associações são impedidas de realizar compras e funcionam como um Centro de Inteligência, local onde acontecem as reuniões dos associados, da diretoria, atendimento aos fornecedores, treinamentos etc.
Normalmente, as associações cobram de seus associados uma contribuição fixa mensal para custear despesas administrativas, tais como: aluguel, funcionários, material de limpeza, contador etc. Excepcionalmente, realiza-se rateio extra entre os associados, para suprir necessidades de caixa, já que as associações costumam receber dos fornecedores/parceiros uma verba, conhecida como bonificação, calculada sobre o volume das compras feitas pelo grupo, durante um determinado período. Essa verba seria suficiente para a realização de todos os anseios do grupo, mas acaba, na maioria das vezes, sendo insuficiente, porque vários associados, inexplicavelmente, deixam de adquirir os produtos dos fornecedores parceiros.
Essa infidelidade é hoje considerada a maior vilã dos grupos associativistas.
ASSOCIATIVISMO
O que é?
Esta é uma palavra que ainda não se encontra nos dicionários, mas que pode ser definida como o ato de se associar, agregar, juntar, unir forças para um fim comum. Numa definição ampla, dizemos que ASSOCIATIVISMO é qualquer iniciativa formal ou informal, que reúne um grupo de empresas ou pessoas, com o objetivo principal de superar dificuldades e gerar benefícios econômicos, sociais ou políticos. O Associativismo está presente em entidades como associações comerciais, industriais e rurais; sindicatos; cooperativas; parcerias ou associações de interesse econômico, social ou político. Vamos nos ater, mais especificamente, ao ASSOCIATIVISMO de interesse econômico, que reúne empresas de uma mesma atividade para praticar compras conjuntas, ações de marketing, programas de qualidade, produção compartilhada etc.
PLANO DE TRABALHO - Enganam-se aqueles que acreditam que, ao participar de um grupo associativista, trabalharão menos e os resultados virão com maior facilidade. Pelo contrário, exige-se muita dedicação, espírito associativista e, além disso, atitudes cooperativistas e coorporativistas, para ajudar e ser ajudado.
Cabe aos diretores eleitos a missão de manter o entusiasmo, o entrosamento e a amizade entre os associados e, para isso, devem visar à realização de ações para esse fim, com base em um planejamento preestabelecido e aprovado para a rede, pelo período mínimo de um ano. Esse planejamento deve conter: a missão da associação; se haverá ou não a criação de uma marca para a rede; se haverá personalização das empresas ou padronização de fachadas, lay-outs etc; a estruturação de compras a ser empregada; os treinamentos; informatização; cronograma de campanhas promocionais etc.
Recomenda-se para esse trabalho a participação de um profissional especializado que orientará o grupo na elaboração e implementação do planejamento.
Pontos fortes do associativismo
UNIÃO - Os empresários são desunidos e agem individualmente. A Rede Associativista proporciona uma união capaz de fazê-los pensar coletivamente e permite uma troca de experiências que os faz crescer no conjunto.
ACULTURAMENTO - Há um ganho significativo na cultura empreendedora da grande maioria dos empresários que participam de uma Rede Associativista.
COMPRAS CONJUNTAS - A realização de compras conjuntas em grandes quantidades proporciona aos empresários maior poder de barganha e acesso a grandes fornecedores, disponíveis, até então, através de empresas atacadistas.
MARCA - A utilização de uma marca forte na fachada do estabelecimento é um avanço e um dos pontos mais importantes de uma Rede. A marca associa o negócio à Rede, cujo conceito, bem trabalhado na mídia, proporciona retornos satisfatórios.
CAPACITAÇÃO - Os empresários e seus funcionários atendem ao apelo para se capacitar, a fim de enfrentar a concorrência impiedosa das grandes empresas. Isso proporciona melhoras significativas na gestão do negócio, na qualidade de trabalho e no atendimento aos clientes.
LUCRATIVIDADE - O aumento no faturamento, graças aos benefícios proporcionados pela rede; os resultados com o desenvolvimento de produtos similares, sem esquecer da qualidade; e a aplicação de melhores margens de comercialização, faz com que as empresas apresentem um aumento considerável de sua lucratividade.
PARCERIAS - As ações conjuntas com fornecedores e distribuidores possibilitam a realização de campanhas de promoção, com preços menores do que os demais estabelecimentos não associados.
A parceria com uma financeira, com juros e taxas menores, proporciona atratividade aos consumidores para compras financiadas, ao mesmo tempo que propicia um custo operacional menor para a empresa.
CONCEITO DE LOJA - As recomendações da Rede quanto aos aspectos de apresentação das lojas têm proporcionado uma melhoria no conceito de loja dos empresários associados. Essas recomendações vão desde uma fachada, um lay-out apropriado, até a informatização, passando por uniformização e aparência pessoal dos funcionários.
PATROCÍNIO - Várias são as redes que desenvolvem boas parcerias com os fornecedores e obtêm com isso patrocínio para seus eventos, promoções, fachadas, melhorias no ponto de vendas etc.
AUMENTO DE COMPETITIVADE - Comprando bem e barato, melhorando seu mix de produtos, entendendo as necessidades de seus clientes, capacitando-se gerencialmente, treinando sua equipe e organizando melhor seu estabelecimento, os empresários de uma rede associativista tornam-se mais competitivos.
Pontos fracos do associativismo
ANSIEDADE - Os empresários querem ver os resultados imediatamente. É necessário um tempo de maturação para a consolidação do grupo. Deter essa ansiedade é uma tarefa importante para o sucesso da rede.
QUALIDADE DOS ASSOCIADOS - As redes que privilegiam a quantidade em vez da qualidade na seleção de seus associados vão se ressentir, no futuro, de que a participação desses não é tão intensa quanto se desejava. A mentalidade individualista, a inadimplência, a resistência às mudanças e o descumprimento das normas fazem-se presentes nessas redes e contribuem para desmotivar os que estão se empenhando para o sucesso da união.
DISPARIDADE DE FATURAMENTO - A existência de grandes, médios e pequenos estabelecimentos, em uma mesma rede, tem dificultado as ações conjuntas, principalmente quando existe rateio dos custos. Recomenda-se que o grupo seja formado por empresas que possuam portes parecidos, para que as ações propostas possam ser assimiladas e realizadas sem prejuízo. É importante que se tenha em mente que a união deve ser feita para ajudar e não para prejudicar.
RECURSOS FINANCEIROS ESCASSOS - Muitos associados ressentem-se da falta de recursos financeiros e, por essa razão, não conseguem investir em sua loja e acompanhar a evolução do grupo associativista, causando, consequentemente, um desgaste na imagem da rede.
FALTA DE HABILIDADE PARA DECISÕES EM CONJUNTO - Todos nós elogiamos a democracia, porém, no dia-a-dia das empresas, a autocracia impera. Ao participar de um grupo, o empresário deve saber que é necessário acatar a decisão da maioria e que suas idéias, quando colocadas, deverão ser bem fundamentadas, para que possam ser aceitas.
ESPECULAR SOBRE AS NEGOCIAÇÕES - Um dos maiores problemas que ocorre nas redes constituídas é o de um associado querer levar vantagem sobre os demais. Fatos assim acontecem por sugestão dos próprios vendedores, que procuram aliciar para desestruturar o grupo. É importante saber que, mais cedo ou mais tarde, isso chegará ao conhecimento de todos e, provavelmente, esse associado será excluído da associação.
Este ano temos que gerar emprego e renda em Serrinha e Lamarão – Ba.
MENSAGEM PARA 2010 POR Carlos Miranda da Assessoria Regional Sindical
Este ano temos que gerar emprego e renda em Serrinha e Lamarão – Ba.
Não importa se os gestores do município estão ou não preocupados com este assunto de suma importância para o desenvolvimento da nossa cidade, pois chega de todos os anos termos que divulgar notícias ruins.
Vamos recuperar auto-estima associativista do serrinhense que esta abalada com a falência da Cooperativa, e a falta de atuação correta de vários órgãos do terceiro setor.
Cada um deve fazer a sua parte, pesquisando buscando novas idéias para tentar colocar em pratica em Serrinha, não adianta ficar colocando a culpa em fulano ou beltrano, vamos direto a DEUS para iluminar nossos pensamento e criarmos pequenas empresas para o bem estar de todos.
A primeira edéia é que cada um crie a sua oficina de pensamentos, no bate-papo em casa, no que ouviu no rádio, no que leu no jornal, no que pesquisou na internet, etc.
Temos ir buscar idéias e sonhar para transformamos em realidade.
Se alguém lhe critica deixe e vá conversar com outro não deixe a sua auto-estima ficar abalada.
DEUS nos ensinou que deveremos PERSERVERA então vamos nessa, é morrendo e aprendendo nuca é tarde.
Por mais humilde que você pensa que é com certeza você tem um idéia e ela poderá se transformar em realidade e ser ótima para todos, vamos lá meu camarada bote para fora e vamos para frente.
Não acredite nos políticos eles podem ate participar mais não deixe que eles tirem proveitos próprios, alias todos eles que tem cargos e mandatos ganham nosso dinheiro para trabalhar pela comunidade e quede.
PALNEJAMENTO, AUTO-ESTAIMA E PERSEVERENÇA, trinômio que deve nos guiar em 2010.
Vamos lá meus e minhas camaradas.
O SEGREDO É A ALMA DO NEGÓCIO
"Negócios baseiam-se no segredo, mas o sucesso tem base na cooperação" (John H.Patterson)
ASSOCIATIVISMO
O que é?
Esta é uma palavra que ainda não se encontra nos dicionários, mas que pode ser definida como o ato de se associar, agregar, juntar, unir forças para um fim comum. Numa definição ampla, dizemos que ASSOCIATIVISMO é qualquer iniciativa formal ou informal, que reúne um grupo de empresas ou pessoas, com o objetivo principal de superar dificuldades e gerar benefícios econômicos, sociais ou políticos. O Associativismo está presente em entidades como associações comerciais, industriais e rurais; sindicatos; cooperativas; parcerias ou associações de interesse econômico, social ou político. Vamos nos ater, mais especificamente, ao ASSOCIATIVISMO de interesse econômico, que reúne empresas de uma mesma atividade para praticar compras conjuntas, ações de marketing, programas de qualidade, produção compartilhada etc.
Da Assessoria Regional Sindical.
Carlos Miranda Lima Filho
Sindicalista e radialista DRT 1422
Serrinha e Lamarão – Ba. 03 de janeiro de 2010.
WWW.carlosmirandalimafilho.com.br
WWW.carlosmirandareporter.blogspot.com
contato@carlosmirandalimafilho.com.br
ars.miranda@hotmail.com
Este ano temos que gerar emprego e renda em Serrinha e Lamarão – Ba.
Não importa se os gestores do município estão ou não preocupados com este assunto de suma importância para o desenvolvimento da nossa cidade, pois chega de todos os anos termos que divulgar notícias ruins.
Vamos recuperar auto-estima associativista do serrinhense que esta abalada com a falência da Cooperativa, e a falta de atuação correta de vários órgãos do terceiro setor.
Cada um deve fazer a sua parte, pesquisando buscando novas idéias para tentar colocar em pratica em Serrinha, não adianta ficar colocando a culpa em fulano ou beltrano, vamos direto a DEUS para iluminar nossos pensamento e criarmos pequenas empresas para o bem estar de todos.
A primeira edéia é que cada um crie a sua oficina de pensamentos, no bate-papo em casa, no que ouviu no rádio, no que leu no jornal, no que pesquisou na internet, etc.
Temos ir buscar idéias e sonhar para transformamos em realidade.
Se alguém lhe critica deixe e vá conversar com outro não deixe a sua auto-estima ficar abalada.
DEUS nos ensinou que deveremos PERSERVERA então vamos nessa, é morrendo e aprendendo nuca é tarde.
Por mais humilde que você pensa que é com certeza você tem um idéia e ela poderá se transformar em realidade e ser ótima para todos, vamos lá meu camarada bote para fora e vamos para frente.
Não acredite nos políticos eles podem ate participar mais não deixe que eles tirem proveitos próprios, alias todos eles que tem cargos e mandatos ganham nosso dinheiro para trabalhar pela comunidade e quede.
PALNEJAMENTO, AUTO-ESTAIMA E PERSEVERENÇA, trinômio que deve nos guiar em 2010.
Vamos lá meus e minhas camaradas.
O SEGREDO É A ALMA DO NEGÓCIO
"Negócios baseiam-se no segredo, mas o sucesso tem base na cooperação" (John H.Patterson)
ASSOCIATIVISMO
O que é?
Esta é uma palavra que ainda não se encontra nos dicionários, mas que pode ser definida como o ato de se associar, agregar, juntar, unir forças para um fim comum. Numa definição ampla, dizemos que ASSOCIATIVISMO é qualquer iniciativa formal ou informal, que reúne um grupo de empresas ou pessoas, com o objetivo principal de superar dificuldades e gerar benefícios econômicos, sociais ou políticos. O Associativismo está presente em entidades como associações comerciais, industriais e rurais; sindicatos; cooperativas; parcerias ou associações de interesse econômico, social ou político. Vamos nos ater, mais especificamente, ao ASSOCIATIVISMO de interesse econômico, que reúne empresas de uma mesma atividade para praticar compras conjuntas, ações de marketing, programas de qualidade, produção compartilhada etc.
Da Assessoria Regional Sindical.
Carlos Miranda Lima Filho
Sindicalista e radialista DRT 1422
Serrinha e Lamarão – Ba. 03 de janeiro de 2010.
WWW.carlosmirandalimafilho.com.br
WWW.carlosmirandareporter.blogspot.com
contato@carlosmirandalimafilho.com.br
ars.miranda@hotmail.com
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Já estamos trabalhando por um 2010 bem melhor.
Carlos Miranda Lima Filho e familia deseja a todos o conterraneos um 2010 de muitas de relaizações. valeu Lamarão - Ba




Que em deixe de mentir com meu nome, pois divulgarei as suas verdades sem ódio e sem medo.
A notícia é feita com fatos e não com as mentiras.
Não deixe que o fato aconteça para que seu nome não seja divulgado.
O meu segurança é o mais barato e o melhor do mundo É DEUS.
Quem me cobri, o faz com seu MANTO SAGRADO É A VIRGEM MARIA , minha mãe.
2010 Já começou estou pronto para um ano de trabalho, para o meu bem, da minha família e comunidade em geral sem descriminação.
Carlos Miranda Lima Filho.
Radialista DRT 1422, Sindicalista e Juiz Arbitral.
A notícia é feita com fatos e não com as mentiras.
Não deixe que o fato aconteça para que seu nome não seja divulgado.
O meu segurança é o mais barato e o melhor do mundo É DEUS.
Quem me cobri, o faz com seu MANTO SAGRADO É A VIRGEM MARIA , minha mãe.
2010 Já começou estou pronto para um ano de trabalho, para o meu bem, da minha família e comunidade em geral sem descriminação.
Carlos Miranda Lima Filho.
Radialista DRT 1422, Sindicalista e Juiz Arbitral.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Sindicato dos Trabalhadores nas Lavouras de Mandioca, Feijão e Milho – SINTRAL - Serrinha - Ba.
Sindicato dos Trabalhadores nas Lavouras de Mandioca, Feijão e Milho – SINTRAL
C.N.PJ. 63.103.519/0001-15 – (75-9975-2690) – Largo de Santana, 71 – Serrinha – Bahia.
Trabalhador sindicalizado é Trabalhador protegido!
Em 02 de janeiro de 2010.
Caro Trabalhador na Lavoura,
Vimos por meio desta carta aberta, para informar que o Sindicato dos Trabalhadores nas Lavouras de Mandioca, Feijão e Filho de Serrinha – SINTRAL, foi fundado em 2 de julho de 1992 com amparo na legislação brasileira principalmente na CONSTITUIÇÃO FEDERAL, e esta funcionando perfeitamente, respaldo também em sentença judicial que lhes ratificou o direito de representação da categoria.
Durante esses anos tivemos várias atuações em benéfico da zona rural de Serrinha e região.
Estamos sempre divergindo da forma com que o INSS em Serrinha recepciona os processos de: aposentadoria; invalidez; pensão; maternidade e etc., pois queremos sempre o melhor e o beneficio para o trabalhador.
Todos sabem que o nosso Sindicato foi criado por categoria desmembrada do STRS e que aqueles que tiveram a sua aposentadoria concedida através de processos encaminhados pelo SINTRAL são porque, com certeza o outro sindicato não fez por motivos de divergências na forma de atuar, contudo nós abraçamos as causas dos injustiçados e desprezados e já conseguimos mais de mil benefícios para o trabalhador com a nossa atuação, tanto administrativa, quanto Judicial, vez que recentemente a Justiça Federal, determinou a concessão de benefícios com base em documentos que compunham o processo dos requerentes e lá estavam a Declaração de Exercício de Atividade Rural Emitida pelo SINTRAL, obediência as nossas leis.
Temos orientado a todos na área de Saúde para, com a marcação de exames, consultas, operações, etc. temos assistido na parte Administrativa e Jurídica todos indistintamente.
O SINTRAL, que representa da quebra do monopólio do sindicalismo rural na Bahia, que veio beneficiar a todos.
Agora estamos celebrando um convenio com a UBLA Financeira para que, aqueles que queiram tomar empréstimos façam com a menos taxa de juros e com um acompanhamento, afim de não ter prejuízo, por isto recomendamos a UBLA Financeira e estamos à disposição de todos em nossa sede para esclarecimentos.
Estamos negociando com uma empresa UM SEGURO de vida COLETIVO para quando ocorrer qualquer acidente de trabalho ou morte na família do trabalhador seja beneficiado imediatamente com R$ 25 mil real, para socorrer as suas necessidades imediatas.
A sua vida funcional não deixar de ter o SINDICATO pois ele representa e defende o interesse de todos TEMOS VARIAS OUTRAS AÇÕES EM BENEFICO DA CATEGORIA E DA COMUNIDADE.
TRABALHADOR SINDICALIZADO É TRABALHADOR PROTEGIDO.
Diante da exposição estamos convocando o nobre companheiro (a) para comparecer na sede do SINTRAL para atualização da sua ficha de sócio e conversarmos melhor sobre tudo que aqui informamos.
Atenciosamente,
A direção.
Carlos Miranda Lima Filho.
Assessor Sindical.
C.N.PJ. 63.103.519/0001-15 – (75-9975-2690) – Largo de Santana, 71 – Serrinha – Bahia.
Trabalhador sindicalizado é Trabalhador protegido!
Em 02 de janeiro de 2010.
Caro Trabalhador na Lavoura,
Vimos por meio desta carta aberta, para informar que o Sindicato dos Trabalhadores nas Lavouras de Mandioca, Feijão e Filho de Serrinha – SINTRAL, foi fundado em 2 de julho de 1992 com amparo na legislação brasileira principalmente na CONSTITUIÇÃO FEDERAL, e esta funcionando perfeitamente, respaldo também em sentença judicial que lhes ratificou o direito de representação da categoria.
Durante esses anos tivemos várias atuações em benéfico da zona rural de Serrinha e região.
Estamos sempre divergindo da forma com que o INSS em Serrinha recepciona os processos de: aposentadoria; invalidez; pensão; maternidade e etc., pois queremos sempre o melhor e o beneficio para o trabalhador.
Todos sabem que o nosso Sindicato foi criado por categoria desmembrada do STRS e que aqueles que tiveram a sua aposentadoria concedida através de processos encaminhados pelo SINTRAL são porque, com certeza o outro sindicato não fez por motivos de divergências na forma de atuar, contudo nós abraçamos as causas dos injustiçados e desprezados e já conseguimos mais de mil benefícios para o trabalhador com a nossa atuação, tanto administrativa, quanto Judicial, vez que recentemente a Justiça Federal, determinou a concessão de benefícios com base em documentos que compunham o processo dos requerentes e lá estavam a Declaração de Exercício de Atividade Rural Emitida pelo SINTRAL, obediência as nossas leis.
Temos orientado a todos na área de Saúde para, com a marcação de exames, consultas, operações, etc. temos assistido na parte Administrativa e Jurídica todos indistintamente.
O SINTRAL, que representa da quebra do monopólio do sindicalismo rural na Bahia, que veio beneficiar a todos.
Agora estamos celebrando um convenio com a UBLA Financeira para que, aqueles que queiram tomar empréstimos façam com a menos taxa de juros e com um acompanhamento, afim de não ter prejuízo, por isto recomendamos a UBLA Financeira e estamos à disposição de todos em nossa sede para esclarecimentos.
Estamos negociando com uma empresa UM SEGURO de vida COLETIVO para quando ocorrer qualquer acidente de trabalho ou morte na família do trabalhador seja beneficiado imediatamente com R$ 25 mil real, para socorrer as suas necessidades imediatas.
A sua vida funcional não deixar de ter o SINDICATO pois ele representa e defende o interesse de todos TEMOS VARIAS OUTRAS AÇÕES EM BENEFICO DA CATEGORIA E DA COMUNIDADE.
TRABALHADOR SINDICALIZADO É TRABALHADOR PROTEGIDO.
Diante da exposição estamos convocando o nobre companheiro (a) para comparecer na sede do SINTRAL para atualização da sua ficha de sócio e conversarmos melhor sobre tudo que aqui informamos.
Atenciosamente,
A direção.
Carlos Miranda Lima Filho.
Assessor Sindical.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
O que fazer com eles em 2010.
O que fazer com eles em 2010.
"Se meus inimigos pararem de dizer mentiras a meu respeito, eu paro de dizer verdades a respeito deles."
Deus prolonga os dias de vida dos meus inimigos para que eles assistam de pé a Minha Vitória.
"A melhor ação contra nossos inimigos não é odiá-los, mas sim ser indiferente para com eles"
Ame sempre seus inimigos,geralmente eles são os que mais pensam em você!
Carlos Miranda Lima Filho.
WWW.carlosmirandareporter.blogspot.com
"Se meus inimigos pararem de dizer mentiras a meu respeito, eu paro de dizer verdades a respeito deles."
Deus prolonga os dias de vida dos meus inimigos para que eles assistam de pé a Minha Vitória.
"A melhor ação contra nossos inimigos não é odiá-los, mas sim ser indiferente para com eles"
Ame sempre seus inimigos,geralmente eles são os que mais pensam em você!
Carlos Miranda Lima Filho.
WWW.carlosmirandareporter.blogspot.com
domingo, 20 de dezembro de 2009
Em 2010 teremos de cuidar melhor destes assuntos
Em 2010 teremos de cuidar melhor destes assuntos.
Capacitação do nosso povo.
Gerar emprego e renda.
Aumentar a renda per capita.
Melhorar o PIB.
Pelo menos cada pessoal fazer a sua parte quanto a ECOLOGIA.
Plante uma Arvore na sua Rua no seu sitio, onde achar conveniente mais plante, não vou lhe cobrar a consciência é sua.
Quem tem idéia fixa é Doido, analise com clama e decida, faça sempre uma consulta mas faça a leitura para não se dar mau.
Sonhar é bom e realizar os melhores sonhos melhor ainda.
Sonhar faz bem, portanto durma melhor.
Tenha Planejamento, auto-estima e perseverança.
Fé em DEUS.
Carlos Miranda Lima Filho.
http://www.carlosmirandalimafilho.com.br/
http://www.carlosmirandareporter.blogspot.com/
http://twitter.com/carlosmirandaba
Capacitação do nosso povo.
Gerar emprego e renda.
Aumentar a renda per capita.
Melhorar o PIB.
Pelo menos cada pessoal fazer a sua parte quanto a ECOLOGIA.
Plante uma Arvore na sua Rua no seu sitio, onde achar conveniente mais plante, não vou lhe cobrar a consciência é sua.
Quem tem idéia fixa é Doido, analise com clama e decida, faça sempre uma consulta mas faça a leitura para não se dar mau.
Sonhar é bom e realizar os melhores sonhos melhor ainda.
Sonhar faz bem, portanto durma melhor.
Tenha Planejamento, auto-estima e perseverança.
Fé em DEUS.
Carlos Miranda Lima Filho.
http://www.carlosmirandalimafilho.com.br/
http://www.carlosmirandareporter.blogspot.com/
http://twitter.com/carlosmirandaba
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Mensagem de FIM de Ano - Carlos Miranda Lima Filho
Mensagem de FIM de Ano.
Sendo época de crise vamos economizar palavras, mais vamos dizer tudo que você, seus amigos, colegas, leitores, ouvintes e familiares precisam para 2010, MUITA PAZ AMOR E FELICIDADE EM TODOS OS MOMENTOS.
Sua amizade é:
Igual a DNA - Único..
Fazer um amigo, é um DOM
Ter um amigo, é uma GRAÇA
Conservar um amigo, é uma VIRTUDE
Mas, ter VOCÊ em meu contato é gratificante.
Estamos agradecidos pelo seu apoio em 2009 e esperamos poder continuar com a sua prestimosa ajuda para o nosso povo em 2010. A fim de continuarmos dividindo com todos os êxitos das nossas conquistas.
Carlos Miranda Lima Filho.
DRT 1422 – Radialista – Consultor e Juiz Arbitral.
Pesmarketing Pesquisas & Assessoria Ltda.
Assessoria Regional de Esportes
Assessoria Regional Sindical
www.carlosmirandareporter.blogspot.com
http://twitter.com/carlosmirandaba
www.pesmarketing.com.br
carlos.mirandareporter@hotmail.com
assessoriaregionalsindical@yahoo.com
pesmarketingpesquisas@hotmail.com
contato@carlosmirandalimafilho.com.br
sábado, 12 de dezembro de 2009
MPF em Feira de Santana (BA) ajuiza ações e denúncias contra Ederlindo José Santos Lima, ex-prefeito de Lamarão- Ba.
Contas Públicas publicações de Contas Públicas
Publicado em 11/12/2009
MPF em Feira de Santana (BA) ajuiza ações e denúncias contra ex-prefeitos de cinco municípios baianos
Os ex-gestores dos municípios de Pedrão, Maragojipe, Central, Amélia Rodrigues e Lamarão são acusados de desviar verbas de programas federais.
O Ministério Público Federal (MPF) em Feira de Santana (BA) ajuizou cinco ações civis públicas e denúncias por ato de improbidade administrativa contra ex-gestores de cinco municípios baianos. Os denunciados são acusados por malversação de verbas provenientes de programas federais para o fomento da educação, saúde pública e saneamento básico.
Ederlindo José Santos Lima, ex-prefeito de Lamarão - EDINHO.
Dentre os réus, estão: Ederlindo José Santos Lima, ex-prefeito de Lamarão - EDINHO. Alceu Barros de Araújo, ex-prefeito de Pedrão; Raimundo Gabriel de Oliveira e Carlos Hermano de Albuquerque, ex-prefeitos de Maragojipe; Osmar Rodrigues Torres, ex-prefeito de Central; Ederlindo José Santos Lima, ex-prefeito de Lamarão e Paulo César Bahia Falcão, ex-prefeito de Amélia Rodrigues. Foram denunciados também Demerval de Oliveira Silva e Emílio de Rodat Messias de Lima Pontes, ex-tesoureiro e ex-secretário de Amélia Rodrigues, respectivamente.http://www.jornalfeirahoje.com.br/materia.asp?id=13143
www.lamaraobahia.blogspot.com
Carlos Miranda Lima Filho.DRt 1422
Publicado em 11/12/2009
MPF em Feira de Santana (BA) ajuiza ações e denúncias contra ex-prefeitos de cinco municípios baianos
Os ex-gestores dos municípios de Pedrão, Maragojipe, Central, Amélia Rodrigues e Lamarão são acusados de desviar verbas de programas federais.
O Ministério Público Federal (MPF) em Feira de Santana (BA) ajuizou cinco ações civis públicas e denúncias por ato de improbidade administrativa contra ex-gestores de cinco municípios baianos. Os denunciados são acusados por malversação de verbas provenientes de programas federais para o fomento da educação, saúde pública e saneamento básico.
Ederlindo José Santos Lima, ex-prefeito de Lamarão - EDINHO.
Dentre os réus, estão: Ederlindo José Santos Lima, ex-prefeito de Lamarão - EDINHO. Alceu Barros de Araújo, ex-prefeito de Pedrão; Raimundo Gabriel de Oliveira e Carlos Hermano de Albuquerque, ex-prefeitos de Maragojipe; Osmar Rodrigues Torres, ex-prefeito de Central; Ederlindo José Santos Lima, ex-prefeito de Lamarão e Paulo César Bahia Falcão, ex-prefeito de Amélia Rodrigues. Foram denunciados também Demerval de Oliveira Silva e Emílio de Rodat Messias de Lima Pontes, ex-tesoureiro e ex-secretário de Amélia Rodrigues, respectivamente.http://www.jornalfeirahoje.com.br/materia.asp?id=13143
www.lamaraobahia.blogspot.com
Carlos Miranda Lima Filho.DRt 1422
sábado, 28 de novembro de 2009
Tabela 02.Lista do PIB municipal – Bahia 2003
Tabela 02.Lista do PIB municipal – Bahia 2003
Veja con detalhes
http://www.upb.org.br/pdf/07122005-ENTENDENDOOREPASSEDOICMS.pdf
na pagina 13 a 21
http://www.bnb.gov.br/content/aplicacao/etene/etene/docs/ba_economia.pdf
Veja con detalhes
http://www.upb.org.br/pdf/07122005-ENTENDENDOOREPASSEDOICMS.pdf
na pagina 13 a 21
http://www.bnb.gov.br/content/aplicacao/etene/etene/docs/ba_economia.pdf
Relação de agricultores com Declaração Aptidão ao Pronaf
Relação de agricultores com Declaração
de Aptidão ao Pronaf cadastrados
http://smap.mda.gov.br/credito/dap/listaAgricultores.asp?Lstuf=29&Lstmunicipios=2919108&Nome=&cpf=&Qtd=20
http://smap.mda.gov.br/credito/dap/DAP.asp
http://www.territoriosdacidadania.gov.br/portal/saf/arquivos/view/dap/0811420518.pdf
Clique em cima para consultar nomes SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS DE LAMARÃO.
Assessor Sindial Carlos Miranda Lima Filho
Pronaf
O Pronaf é um programa de apoio ao desenvolvimento rural, que ajuda no fortalecimento da agricultura familiar como segmento gerador de postos de trabalho e renda. O programa tem linhas de créditos para financiar atividades agropecuárias e não agropecuárias (turismo rural, produção artesanal, entre outras) e que são exploradas mediante emprego direto da força de trabalho do produtor rural e de sua família.
O crédito rural é um empréstimo e deve ser devolvido ao agente financiador, nas condições e prazos estabelecidos previamente. O financiamento pode ser usado na modalidade custeio ou investimento.
Na custeio, o produtor usa os recursos para comprar insumos (adubos e sementes, por exemplo) ou de ração e vacinas para animais. Na modalidade investimento, o crédito é utilizado para os gastos com aquisição de equipamentos ou construção de estruturas geradoras de renda. Também serve para a compra de bens duráveis (tratores e animais, por exemplo) ou para fazer uma benfeitoria, como um estábulo ou reforma de pastagem.
Os créditos podem ser concedidos de forma individual, coletiva (quando formalizado com um grupo de produtores, para finalidades coletivas) ou grupal (quando formalizado com grupo de produtores, para finalidades individuais).
O beneficiário deve obedecer algumas regras para acessar as linhas de financiamento. Pelo telefone 0800-787000 é possível esclarecer as dúvidas sobre todas as modalidades do Pronaf. A ligação é gratuita engloba as regiões do Brasil.
Mais Informações
Site da Secretaria de Agricultura Familiar
www.mda.gov.br/saf
DAP – Declaração de Aptidão ao Pronaf
O que é a DAP – Declaração de Aptidão ao Pronaf e como obtê-la?
A DAP identifica os beneficiários do Pronaf como habilitados a fazer operações de crédito rural ao amparo do Programa.
O documento pode ser obtido gratuitamente nas entidades credenciadas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, como o Incra, os sindicatos e as associações de agricultores. É necessário levar CPF e um documento que comprove o uso da terra (TAU ou contrato de concessão de uso, por exemplo). Se for casado, o agricultor ou agricultora deverá apresentar a certidão de casamento e os documentos pessoais do cônjuge. O documento tem validade de seis anos a contar da data de sua emissão, exceto para os beneficiários dos grupos “A” e “A/C”, que a cada operação devem apresentar novo documento.
As entidades podem emitir DAP somente nos municípios de sua área de atuação. Nenhuma entidade autorizada pode recusar-se a emitir ou bloquear a DAP, sob pena de descredenciamento. As instituições autorizadas a emitir a declaração não podem cobrar quaisquer custas pela emissão ou condicionar o fornecimento a qualquer exigência de reciprocidade, vínculo ou filiação.
http://www.pronera.gov.br/sr01/portal/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=301&Itemid=316
de Aptidão ao Pronaf cadastrados
http://smap.mda.gov.br/credito/dap/listaAgricultores.asp?Lstuf=29&Lstmunicipios=2919108&Nome=&cpf=&Qtd=20
http://smap.mda.gov.br/credito/dap/DAP.asp
http://www.territoriosdacidadania.gov.br/portal/saf/arquivos/view/dap/0811420518.pdf
Clique em cima para consultar nomes SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS DE LAMARÃO.
Assessor Sindial Carlos Miranda Lima Filho
Pronaf
O Pronaf é um programa de apoio ao desenvolvimento rural, que ajuda no fortalecimento da agricultura familiar como segmento gerador de postos de trabalho e renda. O programa tem linhas de créditos para financiar atividades agropecuárias e não agropecuárias (turismo rural, produção artesanal, entre outras) e que são exploradas mediante emprego direto da força de trabalho do produtor rural e de sua família.
O crédito rural é um empréstimo e deve ser devolvido ao agente financiador, nas condições e prazos estabelecidos previamente. O financiamento pode ser usado na modalidade custeio ou investimento.
Na custeio, o produtor usa os recursos para comprar insumos (adubos e sementes, por exemplo) ou de ração e vacinas para animais. Na modalidade investimento, o crédito é utilizado para os gastos com aquisição de equipamentos ou construção de estruturas geradoras de renda. Também serve para a compra de bens duráveis (tratores e animais, por exemplo) ou para fazer uma benfeitoria, como um estábulo ou reforma de pastagem.
Os créditos podem ser concedidos de forma individual, coletiva (quando formalizado com um grupo de produtores, para finalidades coletivas) ou grupal (quando formalizado com grupo de produtores, para finalidades individuais).
O beneficiário deve obedecer algumas regras para acessar as linhas de financiamento. Pelo telefone 0800-787000 é possível esclarecer as dúvidas sobre todas as modalidades do Pronaf. A ligação é gratuita engloba as regiões do Brasil.
Mais Informações
Site da Secretaria de Agricultura Familiar
www.mda.gov.br/saf
DAP – Declaração de Aptidão ao Pronaf
O que é a DAP – Declaração de Aptidão ao Pronaf e como obtê-la?
A DAP identifica os beneficiários do Pronaf como habilitados a fazer operações de crédito rural ao amparo do Programa.
O documento pode ser obtido gratuitamente nas entidades credenciadas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, como o Incra, os sindicatos e as associações de agricultores. É necessário levar CPF e um documento que comprove o uso da terra (TAU ou contrato de concessão de uso, por exemplo). Se for casado, o agricultor ou agricultora deverá apresentar a certidão de casamento e os documentos pessoais do cônjuge. O documento tem validade de seis anos a contar da data de sua emissão, exceto para os beneficiários dos grupos “A” e “A/C”, que a cada operação devem apresentar novo documento.
As entidades podem emitir DAP somente nos municípios de sua área de atuação. Nenhuma entidade autorizada pode recusar-se a emitir ou bloquear a DAP, sob pena de descredenciamento. As instituições autorizadas a emitir a declaração não podem cobrar quaisquer custas pela emissão ou condicionar o fornecimento a qualquer exigência de reciprocidade, vínculo ou filiação.
http://www.pronera.gov.br/sr01/portal/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=301&Itemid=316
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Reunião no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Lamarão – Ba foi importante para Município.
Reunião no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Lamarão – Ba foi importante para Município.
Nesta sexta feira dia 27 de novembro de 2009 estiveram presente no STRL, a EBDA e Secretaria de Agricultura de Lamarão quando foram traçados planos para os Trabalhadores Rurais em 2010, fincando de logo marcada a primeira reunião ampla para o dia 14 de Dezembro as 9hs com todas associações e representantes do município.
A Direção do Sindicato disse que fará o Cadastro de todos os Agricultores Familiares para ficarem aptos com a DAP que documento essencial para a participação nos programas do Pronaf e outros do governo , de Todos os homens de mulheres com mais 50 anos; de todas as gestantes; e o relatório dos processos mensal para maior controle do movimento em Lamarão.
O presidente do Sindicato o Sr. Diono do Veludo que também é radioestesista natural saiu satisfeito do encontro,
Já o diretor Tesoureiro Tonhão da Traira ressaltou o trabalho do Assessor Sindical Carlos Miranda Lima Filho prol do povo de Lamarão.
Vamos procurar mais uma vez fazer um trabalho sem política e teremos bons resultado disse Miranda.
Nesta sexta feira dia 27 de novembro de 2009 estiveram presente no STRL, a EBDA e Secretaria de Agricultura de Lamarão quando foram traçados planos para os Trabalhadores Rurais em 2010, fincando de logo marcada a primeira reunião ampla para o dia 14 de Dezembro as 9hs com todas associações e representantes do município.
A Direção do Sindicato disse que fará o Cadastro de todos os Agricultores Familiares para ficarem aptos com a DAP que documento essencial para a participação nos programas do Pronaf e outros do governo , de Todos os homens de mulheres com mais 50 anos; de todas as gestantes; e o relatório dos processos mensal para maior controle do movimento em Lamarão.
O presidente do Sindicato o Sr. Diono do Veludo que também é radioestesista natural saiu satisfeito do encontro,
Já o diretor Tesoureiro Tonhão da Traira ressaltou o trabalho do Assessor Sindical Carlos Miranda Lima Filho prol do povo de Lamarão.
Vamos procurar mais uma vez fazer um trabalho sem política e teremos bons resultado disse Miranda.
domingo, 22 de novembro de 2009
Educação se põe na mesa merenda ESCOLAR
Educação se põe na mesa
por Livia Perozim
"Caminhamos para assustadores 30% de obesidade entre jovens" Nutricionista fala sobre a qualidade da merenda e defende que a educação alimentar seja levada para a escola
Os alimentos oferecidos nos refeitórios e nas cantinas escolares são essenciais na formação dos hábitos alimentares dos alunos. Quanto mais saudáveis forem, mais protegem crianças e adolescentes de problemas como desnutrição e obesidade. Só a deficiência de ferro, um dos principais fatores que levam à anemia, atinge 46% das crianças no mundo todo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Se a escola não pode resolver o problema da má alimentação de seus alunos sem a ajuda da família e o apoio de políticas públicas, ela tem nas mãos um prato cheio para ensinar os alunos a comer bem. A começar pela inclusão de temas como nutrição e educação alimentar no menu das aulas. Nesta entrevista a Lívia Perozim, a professora e pesquisadora do Departamento de Nutrição da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, Silvia Cozzolino, afirma que, embora faltem recursos para uma merenda mais balanceada, é possível, e recomendável, que a escola integre os seus alunos na escolha dos alimentos que comem. Para que as mudanças alimentares se concretizem, a nutricionista, que estuda as deficiências de micronutrientes nas dietas de diferentes populações, recomenda que as escolas estimulem o cultivo de hortas e convidem os seus alunos para o plantio e o preparo dos alimentos. Os donos de cantina também fazem parte dessa cadeia alimentar e são convocados a mudar os seus tradicionais cardápios, com alimentos calóricos e de baixos teores nutricionais.
Carta na Escola: Que avaliação a senhora faz do Programa Nacional de Merenda Escolar, tanto em termos de segurança alimentar quanto de valor nutricional?
Silvia Cozzolino: O programa é bem pensado, se consideramos que, muitas vezes, a merenda é a única forma de muitas crianças se alimentarem. E acaba motivando muitas mães a matricular as crianças e mantê-las na escola. Em questão de financiamento, teria de haver uma contrapartida maior do município, para que a alimentação fosse mais balanceada. A verba que o governo federal repassa (R$ 0,18 por aluno/dia e R$ 0,34 para estudantes indígenas e quilombolas/dia) não permite ter uma alimentação nutricionalmente adequada. Ou seja, do ponto visto nutricional, o programa de merenda escolar poderia ser melhor, se houvesse uma conscientização do próprio município em ajudar a geri-lo.
CE: O que falta para que a merenda escolar seja mais balanceada?
SC: Houve um período em que a merenda era centralizada em alimentos derivados da farinha e em alguns produtos prontos, como sopa. Hoje me parece que isso já não acontece mais. Como não estou trabalhando com merenda escolar, não posso dizer com exatidão. A proposta é que a merenda proporcione 15% das necessidades nutricionais diárias do aluno. Na merenda, muitas vezes o que se percebe é uma alimentação monótona, sem variedade, que pode até atingir as necessidades calóricas, mas não atinge as nutricionais. O programa incentiva, por exemplo, que as escolas tenham horta doméstica e produzam alimentos para complementar a merenda. Na prática, o que a gente vê não é isso.
CE: O programa atende alunos da pré-escola ao Ensino Fundamental. Por que não chega aos jovens do Ensino Médio?
SC: Os adolescentes estão numa fase de crescimento e desenvolvimento importante. E deveriam receber a merenda. Suponho que, como não há recursos para atender a todos, o programa procura atender ao menos as crianças.
CE: Quais são as necessidades nutricionais de um adolescente?
SC: São enormes. Como eles estão numa fase de desenvolvimento rápido, todos os nutrientes são importantíssimos. Nessa fase qualquer mineral, proteína e energia são importantes.
CE: É possível detectar carências nutricionais específicas em cada região do Brasil?
SC: Há variações grandes de região para região e de escola para escola. Faz 30 anos que trabalhamos com micronutrientes, avaliando o estado nutricional de grupos da população. Focamos no zinco e selênio, mas estudamos também o ferro, o cálcio e outros minerais. Veja o que acontece com o selênio. Ele é encontrado em alimentos de origem vegetal e pode estar também em peixes. É um mineral importantíssimo, porque faz parte do sistema antioxidante do organismo e pode atuar na glândula tireóide. Como o solo de São Paulo, Mato Grosso do Sul e parte do Paraná é pobre nesse mineral, tudo o que cresce nessas regiões apresenta baixo teor de selênio. Já no Norte, onde tem as castanhas, e também no Nordeste, o solo é rico em selênio.
CE: De uma forma geral, de quais micronutrientes os jovens brasileiros estão carentes?
SC: Trabalhamos com estudantes universitários e observamos grande deficiência de zinco. E, em mulheres, de ferro. Geralmente, as meninas não conseguem ingerir a quantidade adequada de ferro. E a biodisponibilidade do ferro na dieta não é grande. De todo ferro que ingerimos, numa dieta mista, o máximo absorvido é 5%, o que gera um estado de hemoglobina normal, mas pouca reserva. Qualquer imprevisto gera uma carência. Já em outro estudo com mais de cem crianças na faixa dos 9 aos 13 anos, feito em São João da Boa Vista, no estado de São Paulo, constatamos que de 30% a 40% dessa população tem falta de zinco, encontrado na carne e nos cereais integrais. O zinco interfere em quase tudo: no crescimento, porque faz parte da síntese protéica; no sistema imunológico, deixando a criança mais susceptível a infecções; e no desenvolvimento sexual. Nos dois estudos, o que podemos concluir é que, quando a alimentação é monótona, há carência de micronutrientes.
CE: A obesidade, ou sobrepeso, é observada em jovens com carência de micronutrientes?
SC: Muito. Estamos num índice de 12% a 15% de obesidade. E dependendo da região é mais alto ainda. Estamos caminhando para os assustadores 30%. A preocupação maior está nas classes mais baixas, devido ao aumento do consumo de alimentos calóricos, vendidos a preços baixos. O óleo, por exemplo, é barato e acaba sendo muito usado em frituras. O brasileiro tem hábito de comer e beber tudo muito doce. A dieta acaba sendo sobrecarregada de açúcares. Muita massa, cereais refinados, farinha, pães. As classes mais altas estão menos obesas, porque estão mais conscientes.
CE: As classes mais altas alimentam-se melhor?
SC: Sim, porém trabalhos realizados em São Paulo e em regiões do Sul mostram anemias até em famílias com boa renda financeira. A mãe supervaloriza o leite nessa fase. E o leite bovino é pobre em ferro. Nunca uma refeição de salada, arroz, feijão, carne deve ser substituída pela mamadeira. O feijão é excelente fonte de ferro. Se você puser uma fruta rica em vitamina C melhora ainda mais o aproveitamento do ferro. Por outro lado, outro mineral com concentração terrivelmente baixa na população é o cálcio. Há até uma filosofia de alguns nutricionistas que dizem que o leite faz mal. Não é verdade. Algumas pessoas têm problemas em relação ao leite, por causa da lactose. Mas, para aqueles que o aceitam bem, o leite é uma excelente fonte de cálcio e não deve ser substituído pela soja, que na verdade é extrato de soja, e tem um valor nutritivo semelhante ao das leguminosas.
CE: Recentemente, o jornal inglês The Observer publicou uma reportagem sobre um projeto que proíbe a construção de lanchonetes próximas às escolas. A senhora é a favor desse tipo de medida?
SC: A iniciativa de alguns governos de proibir a venda de alimentos dentro ou fora da escola não é a melhor conduta para criar uma alimentação saudável. Nas cantinas escolares, por exemplo, seria melhor conscientizar o dono da cantina da importância de uma alimentação saudável, deixá-lo ter lá o seu refrigerante e o seu chocolate, mas que ele tenha também opção de frutas e sucos. Se a criança ou o adolescente estiver acostumado a ver uma cesta de frutas bonitas, vai passar a comer, principalmente se os seus colegas estiverem comendo. Isso está provado. Agora, se na porta da escola tem ambulante vendendo aquela pipoca vermelha, cheia de corante, e há quem compre...
CE: Normalmente, as cantinas escolares são terceirizadas e oferecem alimentos do tipo fast-food, com alto índice calórico, e outros pratos prontos que estão sempre à mão das crianças. Como a escola pode administrar ou controlar o que é servido na cantina?
SC: Incentivando o dono da cantina a oferecer sucos de frutas, a vender frutas regionais, a eliminar qualquer tipo de fritura do cardápio. Levar os alimentos regionais para as cantinas também incentiva a agricultura local e é muito interessante quando a escola compra alimento direto do produtor. Esse é caminho que eu vejo. O dono da cantina, os responsáveis pela merenda e o próprio professor atuando, mostrando como o que comemos interfere na nossa vida. Para isso, o aluno tem de se sentir parte do processo também. Por isso, plantar, lavar e escolher os alimentos que serão ingeridos é muito importante.
CE: Há quantas anda a questão da merenda orgânica?
SC: Essa história é complicada. Por um lado, a merenda orgânica é interessante, por outro, não está isenta de perigos, podendo causar contaminações perigosas. O orgânico usa como fertilizantes produtos que também são orgânicos. Podem ser fezes de animais que, mesmo tratadas, podem não ser tão bem tratadas e gerar risco de uma contaminação bacteriana, por exemplo. São poucos os produtos que têm o certificado orgânico, que garante o tratamento adequado. A composição do alimento orgânico também é diferente. Se você cultiva uma planta orgânica, ela acumula algumas substâncias em maior quantidade. Substâncias para a sua própria defesa, por exemplo. No entanto, até onde se sabe, uma verdura orgânica e não orgânica são equivalentes para fornecer uma nutrição adequada.
CE: Quais alimentos não podem faltar na cantina e na cozinha de uma escola?
SC: Fruta e verdura. Elas diminuem os riscos de adquirir doenças numa fase mais adulta e oferecem muito mais recursos de nutrientes para enfrentar qualquer tipo de infecção. Porque, além de nutrientes e fibras, as frutas e verduras têm alguns princípios bioativos, que ainda não são considerados nutrientes, mas que podem ajudar a reduzir o risco de doenças. O incentivo ao consumo de frutas e verduras é a melhor coisa a fazer, principalmente nessa fase em que se está formando o hábito alimentar. Claro que isso deve começar em casa, na família. Mas a escola tem um papel importante. Muitas vezes o que chega para nós é o seguinte: comprar verdura e fruta custa caro. Se você comparar com o arroz e o feijão, elas acabam sendo proporcionalmente mais caras. No Nordeste, principalmente, esta problemática é sempre levantada, porque só agora eles passaram a ter uma fonte de produção maior de vegetais. O Sul consome mais frutas e verduras.
CE: Como o professor pode trabalhar esse tema de forma atraente?
SC: A escola pode fazer mais do que uma aula de Biologia ou Ciências. Ela pode traduzir o conteúdo dessas aulas para o cotidiano, explicando a composição dos alimentos que os alunos ingerem e o papel que cada um desses nutrientes exerce. A palavra gordura trans, por exemplo, está em toda margarina. Antigamente, o brasileiro não tinha nem a cultura de ver a data de vencimento dos produtos alimentícios. Hoje a maior parte já checa a validade. Agora, para entender a rotulagem dos produtos, é preciso ter alguma idéia de nutrição. O que significa, para alguém que nunca estudou nutrição, ter tantos gramas de proteínas ou de carboidrato? Os rótulos alimentícios com informações nutricionais só têm utilidade para o consumidor que sabe o que significa cada nutriente. Quem sabe que muitas vezes a gordura trans é substituída por ácidos graxos trans, tão maléficos quanto a primeira?
CE: Falamos do papel da família e da escola na educação e segurança alimentar. E a indústria alimentícia?
SC: Hoje em dia elas estão muito mais conscientes em relação à alimentação saudável. E há uma procura em atender esse conceito colocando no mercado alimentos com menos sal, com menor teor de açúcares. É um incentivo que as pessoas vão incorporando, muitas vezes sem perceber.
http://www.cartanaescola.com.br/edicoes/24/educacao-se-poe-na-mesa
Saiba mais
- Livros
Manual de Gestão Eficiente.
Traz dicas e instruções sobre alimentação escolar para gestores. A distribuição
é gratuita. Mais informações: 11-6877-6677.
- Internet
Ação Fome Zero
www.acaofomezero.com.br;
Associação Brasileira de Nutrição
www.asbran.org.br;
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
www.fnde.com.br
por Livia Perozim
"Caminhamos para assustadores 30% de obesidade entre jovens" Nutricionista fala sobre a qualidade da merenda e defende que a educação alimentar seja levada para a escola
Os alimentos oferecidos nos refeitórios e nas cantinas escolares são essenciais na formação dos hábitos alimentares dos alunos. Quanto mais saudáveis forem, mais protegem crianças e adolescentes de problemas como desnutrição e obesidade. Só a deficiência de ferro, um dos principais fatores que levam à anemia, atinge 46% das crianças no mundo todo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Se a escola não pode resolver o problema da má alimentação de seus alunos sem a ajuda da família e o apoio de políticas públicas, ela tem nas mãos um prato cheio para ensinar os alunos a comer bem. A começar pela inclusão de temas como nutrição e educação alimentar no menu das aulas. Nesta entrevista a Lívia Perozim, a professora e pesquisadora do Departamento de Nutrição da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, Silvia Cozzolino, afirma que, embora faltem recursos para uma merenda mais balanceada, é possível, e recomendável, que a escola integre os seus alunos na escolha dos alimentos que comem. Para que as mudanças alimentares se concretizem, a nutricionista, que estuda as deficiências de micronutrientes nas dietas de diferentes populações, recomenda que as escolas estimulem o cultivo de hortas e convidem os seus alunos para o plantio e o preparo dos alimentos. Os donos de cantina também fazem parte dessa cadeia alimentar e são convocados a mudar os seus tradicionais cardápios, com alimentos calóricos e de baixos teores nutricionais.
Carta na Escola: Que avaliação a senhora faz do Programa Nacional de Merenda Escolar, tanto em termos de segurança alimentar quanto de valor nutricional?
Silvia Cozzolino: O programa é bem pensado, se consideramos que, muitas vezes, a merenda é a única forma de muitas crianças se alimentarem. E acaba motivando muitas mães a matricular as crianças e mantê-las na escola. Em questão de financiamento, teria de haver uma contrapartida maior do município, para que a alimentação fosse mais balanceada. A verba que o governo federal repassa (R$ 0,18 por aluno/dia e R$ 0,34 para estudantes indígenas e quilombolas/dia) não permite ter uma alimentação nutricionalmente adequada. Ou seja, do ponto visto nutricional, o programa de merenda escolar poderia ser melhor, se houvesse uma conscientização do próprio município em ajudar a geri-lo.
CE: O que falta para que a merenda escolar seja mais balanceada?
SC: Houve um período em que a merenda era centralizada em alimentos derivados da farinha e em alguns produtos prontos, como sopa. Hoje me parece que isso já não acontece mais. Como não estou trabalhando com merenda escolar, não posso dizer com exatidão. A proposta é que a merenda proporcione 15% das necessidades nutricionais diárias do aluno. Na merenda, muitas vezes o que se percebe é uma alimentação monótona, sem variedade, que pode até atingir as necessidades calóricas, mas não atinge as nutricionais. O programa incentiva, por exemplo, que as escolas tenham horta doméstica e produzam alimentos para complementar a merenda. Na prática, o que a gente vê não é isso.
CE: O programa atende alunos da pré-escola ao Ensino Fundamental. Por que não chega aos jovens do Ensino Médio?
SC: Os adolescentes estão numa fase de crescimento e desenvolvimento importante. E deveriam receber a merenda. Suponho que, como não há recursos para atender a todos, o programa procura atender ao menos as crianças.
CE: Quais são as necessidades nutricionais de um adolescente?
SC: São enormes. Como eles estão numa fase de desenvolvimento rápido, todos os nutrientes são importantíssimos. Nessa fase qualquer mineral, proteína e energia são importantes.
CE: É possível detectar carências nutricionais específicas em cada região do Brasil?
SC: Há variações grandes de região para região e de escola para escola. Faz 30 anos que trabalhamos com micronutrientes, avaliando o estado nutricional de grupos da população. Focamos no zinco e selênio, mas estudamos também o ferro, o cálcio e outros minerais. Veja o que acontece com o selênio. Ele é encontrado em alimentos de origem vegetal e pode estar também em peixes. É um mineral importantíssimo, porque faz parte do sistema antioxidante do organismo e pode atuar na glândula tireóide. Como o solo de São Paulo, Mato Grosso do Sul e parte do Paraná é pobre nesse mineral, tudo o que cresce nessas regiões apresenta baixo teor de selênio. Já no Norte, onde tem as castanhas, e também no Nordeste, o solo é rico em selênio.
CE: De uma forma geral, de quais micronutrientes os jovens brasileiros estão carentes?
SC: Trabalhamos com estudantes universitários e observamos grande deficiência de zinco. E, em mulheres, de ferro. Geralmente, as meninas não conseguem ingerir a quantidade adequada de ferro. E a biodisponibilidade do ferro na dieta não é grande. De todo ferro que ingerimos, numa dieta mista, o máximo absorvido é 5%, o que gera um estado de hemoglobina normal, mas pouca reserva. Qualquer imprevisto gera uma carência. Já em outro estudo com mais de cem crianças na faixa dos 9 aos 13 anos, feito em São João da Boa Vista, no estado de São Paulo, constatamos que de 30% a 40% dessa população tem falta de zinco, encontrado na carne e nos cereais integrais. O zinco interfere em quase tudo: no crescimento, porque faz parte da síntese protéica; no sistema imunológico, deixando a criança mais susceptível a infecções; e no desenvolvimento sexual. Nos dois estudos, o que podemos concluir é que, quando a alimentação é monótona, há carência de micronutrientes.
CE: A obesidade, ou sobrepeso, é observada em jovens com carência de micronutrientes?
SC: Muito. Estamos num índice de 12% a 15% de obesidade. E dependendo da região é mais alto ainda. Estamos caminhando para os assustadores 30%. A preocupação maior está nas classes mais baixas, devido ao aumento do consumo de alimentos calóricos, vendidos a preços baixos. O óleo, por exemplo, é barato e acaba sendo muito usado em frituras. O brasileiro tem hábito de comer e beber tudo muito doce. A dieta acaba sendo sobrecarregada de açúcares. Muita massa, cereais refinados, farinha, pães. As classes mais altas estão menos obesas, porque estão mais conscientes.
CE: As classes mais altas alimentam-se melhor?
SC: Sim, porém trabalhos realizados em São Paulo e em regiões do Sul mostram anemias até em famílias com boa renda financeira. A mãe supervaloriza o leite nessa fase. E o leite bovino é pobre em ferro. Nunca uma refeição de salada, arroz, feijão, carne deve ser substituída pela mamadeira. O feijão é excelente fonte de ferro. Se você puser uma fruta rica em vitamina C melhora ainda mais o aproveitamento do ferro. Por outro lado, outro mineral com concentração terrivelmente baixa na população é o cálcio. Há até uma filosofia de alguns nutricionistas que dizem que o leite faz mal. Não é verdade. Algumas pessoas têm problemas em relação ao leite, por causa da lactose. Mas, para aqueles que o aceitam bem, o leite é uma excelente fonte de cálcio e não deve ser substituído pela soja, que na verdade é extrato de soja, e tem um valor nutritivo semelhante ao das leguminosas.
CE: Recentemente, o jornal inglês The Observer publicou uma reportagem sobre um projeto que proíbe a construção de lanchonetes próximas às escolas. A senhora é a favor desse tipo de medida?
SC: A iniciativa de alguns governos de proibir a venda de alimentos dentro ou fora da escola não é a melhor conduta para criar uma alimentação saudável. Nas cantinas escolares, por exemplo, seria melhor conscientizar o dono da cantina da importância de uma alimentação saudável, deixá-lo ter lá o seu refrigerante e o seu chocolate, mas que ele tenha também opção de frutas e sucos. Se a criança ou o adolescente estiver acostumado a ver uma cesta de frutas bonitas, vai passar a comer, principalmente se os seus colegas estiverem comendo. Isso está provado. Agora, se na porta da escola tem ambulante vendendo aquela pipoca vermelha, cheia de corante, e há quem compre...
CE: Normalmente, as cantinas escolares são terceirizadas e oferecem alimentos do tipo fast-food, com alto índice calórico, e outros pratos prontos que estão sempre à mão das crianças. Como a escola pode administrar ou controlar o que é servido na cantina?
SC: Incentivando o dono da cantina a oferecer sucos de frutas, a vender frutas regionais, a eliminar qualquer tipo de fritura do cardápio. Levar os alimentos regionais para as cantinas também incentiva a agricultura local e é muito interessante quando a escola compra alimento direto do produtor. Esse é caminho que eu vejo. O dono da cantina, os responsáveis pela merenda e o próprio professor atuando, mostrando como o que comemos interfere na nossa vida. Para isso, o aluno tem de se sentir parte do processo também. Por isso, plantar, lavar e escolher os alimentos que serão ingeridos é muito importante.
CE: Há quantas anda a questão da merenda orgânica?
SC: Essa história é complicada. Por um lado, a merenda orgânica é interessante, por outro, não está isenta de perigos, podendo causar contaminações perigosas. O orgânico usa como fertilizantes produtos que também são orgânicos. Podem ser fezes de animais que, mesmo tratadas, podem não ser tão bem tratadas e gerar risco de uma contaminação bacteriana, por exemplo. São poucos os produtos que têm o certificado orgânico, que garante o tratamento adequado. A composição do alimento orgânico também é diferente. Se você cultiva uma planta orgânica, ela acumula algumas substâncias em maior quantidade. Substâncias para a sua própria defesa, por exemplo. No entanto, até onde se sabe, uma verdura orgânica e não orgânica são equivalentes para fornecer uma nutrição adequada.
CE: Quais alimentos não podem faltar na cantina e na cozinha de uma escola?
SC: Fruta e verdura. Elas diminuem os riscos de adquirir doenças numa fase mais adulta e oferecem muito mais recursos de nutrientes para enfrentar qualquer tipo de infecção. Porque, além de nutrientes e fibras, as frutas e verduras têm alguns princípios bioativos, que ainda não são considerados nutrientes, mas que podem ajudar a reduzir o risco de doenças. O incentivo ao consumo de frutas e verduras é a melhor coisa a fazer, principalmente nessa fase em que se está formando o hábito alimentar. Claro que isso deve começar em casa, na família. Mas a escola tem um papel importante. Muitas vezes o que chega para nós é o seguinte: comprar verdura e fruta custa caro. Se você comparar com o arroz e o feijão, elas acabam sendo proporcionalmente mais caras. No Nordeste, principalmente, esta problemática é sempre levantada, porque só agora eles passaram a ter uma fonte de produção maior de vegetais. O Sul consome mais frutas e verduras.
CE: Como o professor pode trabalhar esse tema de forma atraente?
SC: A escola pode fazer mais do que uma aula de Biologia ou Ciências. Ela pode traduzir o conteúdo dessas aulas para o cotidiano, explicando a composição dos alimentos que os alunos ingerem e o papel que cada um desses nutrientes exerce. A palavra gordura trans, por exemplo, está em toda margarina. Antigamente, o brasileiro não tinha nem a cultura de ver a data de vencimento dos produtos alimentícios. Hoje a maior parte já checa a validade. Agora, para entender a rotulagem dos produtos, é preciso ter alguma idéia de nutrição. O que significa, para alguém que nunca estudou nutrição, ter tantos gramas de proteínas ou de carboidrato? Os rótulos alimentícios com informações nutricionais só têm utilidade para o consumidor que sabe o que significa cada nutriente. Quem sabe que muitas vezes a gordura trans é substituída por ácidos graxos trans, tão maléficos quanto a primeira?
CE: Falamos do papel da família e da escola na educação e segurança alimentar. E a indústria alimentícia?
SC: Hoje em dia elas estão muito mais conscientes em relação à alimentação saudável. E há uma procura em atender esse conceito colocando no mercado alimentos com menos sal, com menor teor de açúcares. É um incentivo que as pessoas vão incorporando, muitas vezes sem perceber.
http://www.cartanaescola.com.br/edicoes/24/educacao-se-poe-na-mesa
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é gratuita. Mais informações: 11-6877-6677.
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Ação Fome Zero
www.acaofomezero.com.br;
Associação Brasileira de Nutrição
www.asbran.org.br;
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
www.fnde.com.br
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
PROGRAMA LUZ PARA TODOS (PROJETOS EM ANALISE PELA EMPREITEIRA) A SEREM EXECUTAS ATÉ 2010.
MUNICÍPIO TÍTULO DO PROJETO
LAMARÃO ER - FAZ. MAROTO 1 5.521,07 5.521,07
LAMARÃO MP - FAZ. CATANA VELHA / MARAVILHA 4 26.007,98 6.502,00LAMARÃO MP - POV. FAZ. LARANJEIRA (COMPL.) 24 191.473,84 7.978,08
LAMARÃO MP - CATANA VELHA 3 25.035,56 8.345,19
LAMARÃO MP - FAZ. CARIMA 17 176.457,55 10.379,86
LAMARÃO MP- FAZ. ALDEIA 4 46.955,98 11.739,00
PROGRAMA LUZ PARA TODOS (PROJETOS EM ANALISE PELA EMPREITEIRA) A SEREM EXECUTAS ATÉ 2010.
www.carlosmirandareporter.blogspot.com
LAMARÃO ER - FAZ. MAROTO 1 5.521,07 5.521,07
LAMARÃO MP - FAZ. CATANA VELHA / MARAVILHA 4 26.007,98 6.502,00LAMARÃO MP - POV. FAZ. LARANJEIRA (COMPL.) 24 191.473,84 7.978,08
LAMARÃO MP - CATANA VELHA 3 25.035,56 8.345,19
LAMARÃO MP - FAZ. CARIMA 17 176.457,55 10.379,86
LAMARÃO MP- FAZ. ALDEIA 4 46.955,98 11.739,00
PROGRAMA LUZ PARA TODOS (PROJETOS EM ANALISE PELA EMPREITEIRA) A SEREM EXECUTAS ATÉ 2010.
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domingo, 15 de novembro de 2009
Captar recursos e estar devidamente habilitado para projetos não é mais problema para associações, sindicatos, cooperativas e entidades congêneres.

Captar recursos e estar devidamente habilitado para projetos não é mais problema para associações, sindicatos, cooperativas e entidades congêneres.
A Assessoria Regional Sindical está realizando palestras nos municípios visando levar conhecimento a todas as entidades, nos sentido de estarem aptas a participarem de projetos e captarem recursos para seus confrades.
Carlos Miranda esclarece que existe varias técnicas a serem usadas para facilitar a atuação das entidades junto aos órgãos públicos e privados, e que, em sua maioria não consegue sucesso por falta de cumprimento das metas. Irá disponibilizar uma assistência organizacional, em todos os seguimentos: Jurídico, Contábil, Administrativo e Marketing. Para viabilizar a aprovação de projetos e a captação de recursos. Para que a sua entidade seja integrante do nosso sistema, é preciso que se promova em sua cidade uma palestra com todas as associações do município, e, o nosso trabalho será a custo zero e sem a intervenção política, somente assessoria técnica, que viabilizará uma vida melhor para o seu povo. A contra partida chama-se AÇÃO PARA UMA VIDA MELHOR.
Já dispomos de um bom banco de dados que esta no Diário Oficial de 21 de Julho de 2009, quando foi promulgada a Lei nº 11 485 de 20/07/2009, onde tem um grande número de entidades integrantes desta Lei.
A nossa equipe é formada por advogados, contabilistas, consultores, e outras pessoas que podem ajudar a comunidade a ter melhores condições de vida.
A missão da ARS é promover, desenvolver e regulamentar a atividade de captação de recursos na Bahia, e apoiando o Terceiro Setor na construção de uma sociedade melhor.
- Disseminar conhecimento: promoção de cursos, palestras, debates e seminários;
- Disponibilizar um canal de comunicação aberto no web site;
- Desenvolver e disponibilizar um acervo amplo de informações no site: banco de dados, estatísticas, currículos e banco de empregos;
- Identificar e designar representantes regionais;
- Desenvolver um processo formal de credenciamento dos captadores;
- Reivindicar a participação da ARS em fóruns de decisão sobre leis e regulamentações correlatas à atividade;
- Apoiar e estimular grupos locais e regionais para o estabelecimento de uma rede de captadores ligados a ARS, assegurando a representação nacional;
- Parcerias com universidades, centros ou núcleos de estudos para gerar conhecimento
Objetivos, metas e desafios para a ARS:
- Cursos; .
- Conferências;
- Concursos;
- Encontro anual ARS;
- Curso de Especialização em Captação de Recursos;
Por que se filiar a ARS?
A ARS constituiu-se numa referência política reconhecida na BAHIA o que representa um inequívoco aspecto positivo para suas associadas.
Atualmente, a ARS é um importante sujeito de intervenção política, interlocução com o Estado e diversas instâncias, controle social das ações governamentais, espaço de articulação e reflexão sobre a forma de atuação das ONGs e dos movimentos sociais e redes com os quais se articula. É integrada por PESSOAS com destacada atuação na esfera pública, em áreas como direitos humanos, políticas públicas, questões agrárias e agrícolas, questões urbanas, desenvolvimento regional, promoção da igualdade racial, direitos das mulheres, meio ambiente e ecologia.
Quem somos:
A ASSESORIA REGIONAL SINDIDAL - Fundada em 12/01/1984
Utilidade Pública em 27/06/2000 - Lei n° 7673/00
CNPJ n° 13.227.533/0001-52 – Lei Autorizativa n° 11.060 DO 29.06.2008
É uma entidade de classe, com sede na cidade de SERRINHA - BA, que congrega VARIOS sindicatos e associações reconhecida de utilidade pública :
- divulgar informações de relevância para a área,
- padronizar procedimentos, de rotinas para os atos praticados no dia-a-dia,
- cooperar na divulgação dos serviços prestados, oferecendo dicas de marketing e instruções de como melhorar o atendimento ao cliente,
- defender os interesses dos filiados em todas as instâncias.
Também conta, nesta gestão, com os departamentos que funcionam para dar suporte à Diretoria. Para conhecer o regulamento dos departamentos e os Colegas que integram cada um.
Associar-se ao ARS é muito fácil e rápido e depende apenas da vontade que tenha de progredir, manter-se bem informado, bem assessorado e nacionalmente representado.
Dê o primeiro passo para a sua comunidade ser beneficiada com os nossos trabalhos, entre em contato conosco para que possamos agendar uma palestra, com todas as entidades da sua cidade.
Contato:
Cel: [71] 9909 0601
E-Mail: ars.miranda@hotmail.com
contato@carlosmirandalimafilho.com.br
Site: www.carlosmirandalimafilho.com.br
sábado, 14 de novembro de 2009
Lamarão - Câmara Municipal cassa o Prefeito "Gordo"
A Câmara Municipal decidiu na tarde desta terça-feira (10), por seis votos a zero, afastar o prefeito do município de Lamarão, Arivaldo dos Anjos Damião “Gordo”, por tempo indeterminado.
Nesse período, ele deverá ficar fora do cargo, até que as denúncias contra ele, feitas pela comissão 002/2009, sejam apuradas.
“O prefeito fica afastado até a conclusão dos trabalhos da Comissão, para que ele não venha trazer prejuízo às partes. O prefeito vai ter espaço para apresentar defesa, contudo, é responsabilidade da Comissão apresentar o parecer final”, disse o relator.
A presidente da Câmara, expediu cópia do decreto Legislativo à Justiça Eleitoral, Tribunal de Justiça da Bahia e ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
O vice-prefeito, assume o cargo de Prefeito em exercício.
Ate que tomaram uma atitude digna.
Nesse período, ele deverá ficar fora do cargo, até que as denúncias contra ele, feitas pela comissão 002/2009, sejam apuradas.
“O prefeito fica afastado até a conclusão dos trabalhos da Comissão, para que ele não venha trazer prejuízo às partes. O prefeito vai ter espaço para apresentar defesa, contudo, é responsabilidade da Comissão apresentar o parecer final”, disse o relator.
A presidente da Câmara, expediu cópia do decreto Legislativo à Justiça Eleitoral, Tribunal de Justiça da Bahia e ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
O vice-prefeito, assume o cargo de Prefeito em exercício.
Ate que tomaram uma atitude digna.
Produtores rurais conhecem mandioca mais produtiva para terra firme.

Produtores rurais conhecem mandioca mais produtiva para terra firme (02/12/2008)
Ações do documento Foto Embrapa
Com o objetivo de difundir práticas e tecnologias para a melhoria do manejo da cultura da mandioca, buscando auxiliar agricultores familiares na melhoria dos plantios, a Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus-AM) promove na sexta-feira( 5), na propriedade do agricultor José de Arribamar Souza, situada no quilômetro 19 da Rodovia AM 352
(estrada Manacapuru/Novo Airão), o dia de campo "Colheita de mandioca em terra firme".
O evento reunirá pesquisadores da instituição, técnicos da extensão rural e agricultores familiares. O dia de campo irá tratar sobre a cultivar de mandioca BRS Purus, cuja produtividade é de 30 toneladas por hectare, superando em até três vezes mais a da mandioca comumente plantada pelo agricultor na Amazônia, que é de 10 toneladas por hectare.
O produtor terá a oportunidade de checar a informação obtida no evento, por meio da colheita e pesagem de raízes, quando será conhecido teor de amido da planta, que é a parte de onde se retira a massa da mandioca para produção farinhas.
Será mostrado na prática os resultados das informações repassadas pela equipe técnica da Embrapa aos agricultores da região de Manairão, que
fazem parte do projeto ``Rede de Transferência de Tecnologia para Agricultores Familiares na Amazônia``, focado em três culturas típicas da agricultura familiar: mandioca, banana e cupuaçu.
Mais lucro
De acordo com os estudos da Embrapa, a utilização de clones recomendados, associada às tecnologias indicadas, como manejo do solo e da planta,
rotação de culturas, seleção do material de plantio, espaçamento, época de plantio e colheita, proporciona ao produtor melhor produtividade e conseqüentemente maior lucro nos seus plantios.
O programa de melhoramento da mandioca da tem como finalidade básica o desenvolvimento e a avaliação de espécies de mandioca adaptados aos ecossistemas do trópico úmido da Amazônia e que atendam às demandas do mercado consumidor. Para isso, utilizam-se técnicas de hibridação e avaliação de materiais regionais e locais e, ao mesmo tempo, introdução, seleção e avaliação de tipos locais de mandioca de outras regiões.
A mandioca desempenha importante papel entre as culturas economicamente exploradas na Região e, em particular, no Estado do Amazonas. Situa-se em
primeiro lugar em área cultivada no Estado, em torno de 92 mil hectares, é responsável pela principal fonte de alimentação energética do amazonense e
representa importante opção de desenvolvimento agroindustrial. O consumo per capita é de 58 quilos por ano de farinha.
Maria José Tupinambá (MTb/AM 114)
Embrapa Amazônia Ocidental – Manaus/AM
Contatos: (92) 3621-0352 - Fax (92) 3621- 0430
maria.tupinamba@cpaa.embrapa.br
http://www.embrapa.gov.br/embrapa/imprensa/noticias/2008/dezembro/1a-semana/produtores-rurais-conhecem-mandioca-mais-produtiva-para-terra-firme
www.lamaraobahia.blogspot.com
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